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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Guerra de Secessão Dos Estados Unidos

A guerra de secessão ou guerra civil é considerada a guerra mais sangrenta dos Estados Unidos, para ter uma ideia foi a guerra que teve o maior número de mortos se compararmos com outros conflitos na história até aquele momento, e seus números de mortos só seria superado posteriormente pela primeira guerra mundial.

Este conflito foi motivado pela divisão de modelos implantando nos Estados Unidos quando foi colonizado em 1607, esta divisão foi feita da seguinte forma o norte utilizava o trabalho livre assalariado, haviam pequenas propriedades e focaram mais na produção industrial, já o sul seguia outro modelo que era agrária e latifundiária, majoritariamente trabalho escravo, essa divisão causou crises políticas, pois os dois modelos em o mesmo pais causavam diferenças culturais e isso ficou ainda mais acentuado devido a rápida expansão territorial.

Com o norte já abolido a escravidão e o sul usando mão de obra escrava, gerou um impasse em novos territórios conquistados, se seriam abolicionista ou escravistas. Para evitar conflitos em 1850 foi criado um conjunto de leis que falavam que os novos estados estariam livres para decidirem.

Mas em 1854 Kansas virou um estado e para obrigar a se tornar escravista, milícias sulistas compostas por fazendeiros em sua maioria invadiram o Kansas para expulsar pequenos proprietários de terras, que por sua vez formariam uma milícia junto com os abolicionistas, e se iniciou um conflito chamado Bleeding Kansas que resultaria esse novo estado ser abolicionistas.

Podemos perceber que já havia uma animosidade entre os dois lados e o estopim da guerra civil foi quando Abraham Lincoln se tornou presidente do Estados Unidos e não foi reconhecido pelo sul pelo o fato de considerarem um abolicionista, resultado assim a criação de um novo país chamado Estado confederados e iniciando a guerra em 1861 que ficou conhecida como batalha do forte Sumter.

  Na década de 1850 o Norte passava o Sul em população, porém eram os sulistas que contavam com maior força política no governo federal, foi neste período em que começou diversas disputas à cerca dos novos territórios do Oeste, o Sul tentava avançar para os novos domínios o direito da escravidão, além de angariar novos representantes políticos, já o Norte por sua vez, queria conter o avanço da escravocracia em novos territórios. 

Com a lei Kansas-Nebrasca, sancionada pelo governo de Franklin Pierce (1853-1857), nenhum projeto de administração territorial poderia ser aprovado caso não anulasse a proibição da escravidão, obviamente a medida não foi bem vista pelos nortistas, o que gerou disputas políticas e armadas no território do Kansas e em seu entorno, onde até mesmo imigrantes se envolveram, esses por sua vez escolhiam o lado conforme seus interesses próprios.

  Nesse cenário o nome de Abraham Lincoln surge forte nas eleições, o que não deu outra, Lincoln foi eleito e apesar de não ser um abolicionista declarado, era favorável as ideias de homens livres e não permitiria à escravidão em novos territórios, motivo mais que suficiente para os sulistas inflarem seus corações com ideias separatistas, todavia a sucessão não seria tolerada no governo do presidente recentemente eleito. 

A situação se agravou ainda mais quando a Carolina do Sul anulou sua ratificação da Constituição abrindo caminho para novos estados (Alabama, Flórida, Mississipi, Georgia e Texas) se alinharem à ela e formarem os Estados Confederados da América. 

As batalhas bélicas deram início em Charleston na Carolina do Sul, o Norte tinha um contingente de soldados maior, uma estimativa de 4 para 1, todavia o Sul era mais bem treinado e possuía grandes generais estrategistas, tais como Robert E. Lee, que conduziu vitórias importantes aos confederados. Os conflitos em si foram sangrentos e com muitas baixas, muito por conta das novas armas de fogo, bem mais letais que às usadas anteriormente.

 A guerra trouxe muitas perdas ao Sul, houve um certo boicote no abastecimento de algodão para os países europeus na tentativa de obter apoio militar, porém não foi de muita valia, já que seus principais compradores (Inglaterra e França) tinham estoques para um ano e se recusavam a ajudar. 

Além disso os escravos aproveitaram a guerra para fugir a cada batalha e se tornarem livres, tudo graças a “Lei do Confisco”, aprovada em 1861, onde toda mercadoria e propriedade dos soldados confederados que caísse em mão de soldados nortistas seria apreendida. Desse modo com cada vez menos escravos, o sistema escravista foi colapsando e se tornando insustentável.

Os últimos ataques da União foram lançadas em 1964 e culminou com a captura do presidente dos confederados Jefferson Davis na Georgia. Estima-se uma baixa de 600 mil soldados americanos, se tornando a guerra mais violenta vivida pelos Estados Unidos.

No dia 9 de abril de 1865 é declarado fim da guerra de secessão, essa foi a guerra mais sangrenta e penoso dos Estados Unidos, com mais de 600 mil mortes entre homens que lutavam pelo mesmo país mais com ideais diferentes, e é no mesmo ano que o presidente republicano Abraham Lincoln vai oficializar a 13º ementa da constituição dos Estados Unidos que é a ementa onde declaro o fim da escravidão em todo território do país, esse é o cenário que vai se construir o mito do presidente Lincoln, sendo aquele presidente que unificou o país e aboliu a escravidão e vai ser considerado pela grande maioria da população e historiadores como o maior presidente que o país já teve.

Vamos regressar pra a Batalha de Gettysburg, que foi talvez a batalha mais sangrenta e brutal da guerra, após esse conflito Lincoln vai dar um discurso, esse que vai ser o seu discurso mais famoso e mais estudado pelos historiadores, nele o presidente vai trazer a glorificação do passado trazendo a ideia que os pais fundadores criaram uma nova nação e um território de liberdade e que todos os homens são iguais, entretanto ele volta ao presente dizendo que essa mesma nação saiu deste principio de liberdade e que agora se encontram no campo de guerra e que naquele locar (local da Batalha de Gettysburg) descansam  homens que lutaram pelo mesmo país mais com ideias diferente más tinham o mesmo princípio de fazer a nação viver, e que agora esses que lutaram contra repousam juntos no campo de batalha e resta para aqueles que vivem louvar o desejo dos que morreram e fazer com que a nação sobreviva. 

Com esse discurso o presidente republicano vai trazer um sentimento de nacionalidade onde por mais que alguém seja contra as ideias do norte ou do sul o que vai ligar eles são o desejo de fazer com que a nação viva, com isso o sentimento de nacionalidade vai se dar muito forte, e não é atoa que foi criado um cemitério na fazenda da esposa do General Lee (grande líder representante do sul) onde descansam os soldados que lutaram em guerras, virou praticamente um santuário de memórias dos heróis da nação e inclusive vai se criar um feriado chamado “Memorial Day” onde no dia 31 de maio todas as pessoas lembram dos soldados americanos que lutaram em guerra para proteger esse ideal de liberdade tão presente no imaginário do cidadão norte americano (desde a Guerra de Secessão até aqueles que lutaram na Guerra do Iraque, passando por todas as guerras), portanto é visto que a ideia de nacionalidade foi muito bem institucionalizada justamente após o fim da guerra de secessão.

Os reflexos da Guerra de Secessão se perpetuam até hoje além da já citada ideia de nacionalidade, o jeito que os estados atuam hoje é bem similar ao cenário que se tinha na guerra embora não tenha mais conflito, pois a guerra trouxe a união e o firmamento da ideia de nação. Assim como na guerra, hoje em dia o norte é mais industrializado do que o sul e é no sul onde se concentra os casos de racismo (visto que na guerra civil o sul era a favor da escravidão), é no sul também onde se tem mais ideias de reacionarismo onde a ideia de volta ao passado e de ser contra as novas mudanças são mais afloradas, a ideia de não aceitar o novo é muito grande coisa que no norte é aceitável, com isso é visto que por mais que a Guerra de Secessão tenha acabado, certas coisas ainda se mantém.

Texto de Lucas Calvo Piras, Jarbas Evangelista Santos Silva, Leonardo de Oliveira Barros

Bibliografia: História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI / – Leandro Karnal ... [et al.]. – São Paulo: Contexto, 2007

quarta-feira, 7 de abril de 2021

O pecado capital da história, o anacronismo

Quando estudamos história por conta própria ou na escola é comum cair em um erro, que chamado anacronismo pode prejudicar demais o entendimento dessa da matéria.

O anacronismo significa transferir valores de um período para outro, por exemplo não podemos comparar um rei absolutista do século XVII como Luís XIV rei da França conhecido por "Rei Sol" com uma rainha desse século como rainha Britânica Elizabeth, pois é outro contexto de sociedade nem o capitalismo existia na época de Luís por exemplo, portanto é outra lógica de funcionamento dessa sociedade que não podemos aplicar a nossa.

Para ficar mais claro o que é anacronismo, você já perguntou como uma sociedade no passado permitiu que ocorresse um fato que hoje para você parece absurdo, podemos citar como exemplo a escravidão, tenho certeza que ja se perguntou como poderam deixar isso acontecer, e se te contasse que aquela sociedade não conhecia outra sistema que não ouvesse o uso de trabalho escravo, que isso só começou acabar quando houve a revolução industrial,e que nessa epoca não exitia direitos humanos que so veio surgir após a segunda guerra mundial.

Percebeu? para você achar absurdo isto houve uma série de acontecimentos, que aquela sociedade não passou, não houve a mesma construção histórica que aconteceu conosco, portanto não podemos medir as ações do passado com a régua do presente ou seja pegar um valor da nossa sociedade e transporta para outra sem levar em consideração a construção social, cultural determinada daquela sociedade no seu tempo.

O historiador Eric Hobsbawn diz a seguinte frase sobre o assunto no seu livro Tempos Interessantes:
“ A história exige mobilidade capacidade de avaliar e explorar um vasto território e por isso que não podemos ser plantas incapazes de abandonar seu habitat, seu núcleo ambiental ”
(Eric Hobsbawm - Tempos Interessantes)

Portanto, se você não cometer este erro que por historiador que citei anteriormente é um pecado capital da história, pode ter certeza que seu entendimento da matéria de história será facilitado em muito. 

(Texto: EVANGELISTA, Jarbas)

O homem é bom ou mal? Contratualismo

Quando falamos de contractualismo, pensamos sobre três grandes nomes da Idade Moderna: Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau. Ambos entendiam que a formação da sociedade moderna, estava estabelecida em uma relação contratual firmada em tempos imemoriais, onde o ser humano deixava o seu estado natural/primitivo para viver debaixo de um pacto garantidor de seus direitos.


Para Thomas Hobbes, o homem em seu estado natural era vil e vivia em constante guerra, podendo atacar e ser atacado a qualquer momento (“O homem é o lobo do homem“). Por conta disso defendia um Estado forte, garantidor de ordem e segurança, suas ideias têm como base a sua experiência vivida na Inglaterra do século XVII, onde ocorriam as revoltas burguesas, as quais o fizeram defender esse poder rígido garantidor de paz e controlador de rebelião, representado no Estado.

Enquanto a John Locke, que também acreditava que o homem precisava de um contrato social que garantisse a paz e segurança, além dos direitos civis, tais como propriedade privada, tal qual era inerente e inalienável. Todavia, diferente de Hobbes, para Locke o homem não vivia em constante guerra e não era necessariamente mau, sendo o Estado àquele que garante a propriedade privada, porém caso esse falhe, os cidadãos têm o direito de se rebelarem. O poder vem do povo.

Já para Jean-Jacques Rousseau, o homem em seu estado de natureza era bom, piedoso e vivia em harmonia, porém ao firmar o contrato social, permitiu que o Estado o tirasse essa sua liberdade, fazendo com que a sociedade se corrompesse. Então para redenção da mesma era necessário, que os homens se submetessem a “vontade geral” e firmassem um novo pacto. Suas ideias percorreram a Europa e deram início a pensamentos iluministas, que culminaram na formação dos Estados Modernos dos quais conhecemos hoje em dia, aprimorando a ideia de democracia.


#estado #leis #direitoshumanos #propriedadeprivada

Texto de: BARROS, Leonardo.
Fonte: https://www.google.com.br/amp/s/www.todamateria.com.br/contratualismo/amp/

Portugueses indígenas e africanos: o início da escravidão no Brasil

Com base no contexto das grandes navegações iniciadas no século XV, os portugueses saíram de Lisboa em 9 de março 1500 e com a chegada em terras nativas em 22 de abril de 1500, a expedição foi conduzida por Pedro Álvares Cabral (cavaleiro da Ordem de Cristo desde 1494), navegando com uma rota de expedição, possuindo 13 embarcações nove naus, três caravelas sendo uma de mantimentos. Foi a região do Monte Pascoal (Bahia) onde foi avistado o primeiro ponto.
De início temos a escravidão a indígena, e logo depois teremos a escravidão africana. A escravidão com os povos nativos da América portuguesa, inicia-se após o período de escambo, que seria o período de trocas de materiais, produtos e proteção. Entretanto com os interesses econômicos e políticos da coroa portuguesa na América faz com que este cenário mude completamente, mesmo com os empecilhos dos padres jesuítas e sua missão de catequizar os indígenas. O homem branco acaba cobiçando o indígena obrigando a prestar serviços em condições árduas, sendo utilizado primeiramente para trabalhar no campo, mas é encontrado inúmeras dificuldades para que consiga desenvolver o trabalho, então foi autorizado pela coroa o uso da escravidão por meio “guerra justa” onde o índio serviria para conter escravos africanos ou para auxiliar os capitães do mato na captura de escravos fugidos, surgindo a necessidade da mão de obra africana. Com a chegada de africanos na américa portuguesa, houve uma maior exploração de serviço, pois veio para “substituir” o indígena. A chance de fugir ou escapar era muito menor que a do nativo, pois o africano não conhecia o território a qual estava.

#escravidão #indigena #liberdade

Texto produzido por: Lasnou, Thiago.
Referencia bibliográfica : História Geral da Civilização Brasileira, volume 1.
brasilescola.uol.com.br/historiab/escravidao 

Idade da Pedra: O período paleolítico e neolítico

O contexto Paleolítico e Neolítico é retratado como um longo período da história da humanidade, marcado por acompanhar a evolução humana a partir do momento em que as ferramentas começaram a surgir. O termo “pré-História” surge no século XIX por historiadores europeus e tudo que viesse antes da criação da escrita é considerado "pré-história". Este momento tem como data inicial 2.500.000 a.C anos e sua finalidade com o surgimento da escrita entre 3.500 a.C. e 3.000 a.C.

Paleolítico (2.500.000 a.C. - 10.000 a.C.) conhecido como Idade da Pedra Lascada, devido a habilidade dos primeiros seres humanos com o uso de ferramentas de trabalhos, sendo a pedra utilizada como instrumentos cortantes.
Neolítico (10.000 a.C. e 4.000 a.C) conhecido como Idade da Pedra Polida, devido a produção de artefatos desenvolvidos para melhores práticas no corte utilizado na caça e atividades do cotidiano.
Existem diversas diferenças a serem vistas nestes dois períodos, irei abordar a questão de atividades e moradias. Durante o período Paleolítico o homem utilizava pedra lascada como sua ferramenta de caça e coleta, habitando em cavernas e praticava pinturas em suas paredes. Considerado como nômades, viviam em grupos em diversas regiões. Já no Neolítico a caça e coleta acaba ficando com os dias um pouco contados, pois é mais utilizado a agricultura e como consequência o processo de sedentarizarão, a domesticação animal e com isso apresenta a estabilidade e domínio surgindo novos modelos de organizações sociais com a figura dos líderes tribais.

#idadedapedra #homemprimitivo #historia

Texto produzido por: Lasnou, Thiago.

Referência bibliográfica: https://www.google.com.br/amp/s/m.historiadomundo.com.br/amp/pre-historia

Colonos e natívo: América Portuguesa

Três Pontos da Sociedade entre Colonos e Nativos, América Portuguesa.

Pode-se dizer que a relação social entre portugueses e indígenas era amigável ? Ou era baseada somente em escambos?
Neste texto irei dizer que não, era muito além de escambos e um padrão social que não podemos encaixar a amizade de forma alguma. Neste texto verá um pouco dessa relação social que o Colono tinha com o Nativo da América portuguesa.
O primeiro local do Brasil avistado pelos portugueses foi na região do Monte Pascoal, localizado na Bahia, no dia 22 de abril de 1500, se achegando através do nativo em forma de escambos, porém não houve um desencadeamento de mudanças culturais profundas. Entretanto as intenções coloniais começaram a ficar cada vez mais claras. Foi infundido no homem branco o verdadeiro pavor diante ao indigena, pois havia uma insegurança do colono em relação social. Essas inseguranças são explicadas em pró das atrocidades cometidas mais pelos medos do que a cobiça da terra e de tudo que poderia se desfrutar.

Na prática esse elemento sofria diversas gradações, provocadas por interesses e valores sociais, havendo três espécies de polarização.

A primeira, se retrata a submissão do indigena era equivalente a reduzi-los ao mais completo estado de sujeição, tomando suas terras podendo ser “aliados” ou “inimigos”; eram convertidos a escravidão, suas mulheres tomadas e mal tratadas e negociadas sendo entendido como uma solução construtiva das tensões com os diversos povos aborígenes.

A segunda, se retrata a exportação de produtos naturais como o pau-brasil e outras utilidades, a atividade de exploração agrícola se manteve de pé durante a algum tempo, portanto o nativo era usado e movido por fins comerciais, conforme o ocorrido surge a necessidade de "prudência" nos tratados com nativos. As concessões poderiam ser feitas por colonos, mas deveriam resguardar os interesses da Coroa que era ter a possibilidade de usar tribos "aliadas" como um meio de conquistas ou controle de territórios.

A terceira, se retrata ao uso do papel do jesuíta, a qual eram submissos aos europeus, e consistiam em acabar com as bases de autonomias sociais das tribos, com objetivo de reduzir as povoações nativas predominando o homem branco.

Com isso vemos um pequeno pedaço da sociedade colonial na América portuguesa, com base no livro “HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA”, em seu Volume 1”A ÉPOCA COLONIAL” dirigido por Sérgio Buarque de Holanda.

Texto de Thiago Lasnou

Devemos superar? Escravidão indígena e africana no Brasil

A escravidão indígena foi perdendo forças devido a dificuldade em encontrar nativos, fato que forçou o homem escravizador, a enviar caçadores (bandeirantes) para o interior do país, já que no litoral muitos haviam sido mortos pelas doenças trazidas pelos europeus ou pelo simples assassinato.

E com a chegada dos jesuítas, a igreja passa a defende-los, dizendo que os indígenas são ´´homens`` que desejam conhecer o catolicismo.

Em 1570 a coroa permite a escravidão em alguns casos, como prisioneiros de ´´guerras justas``, guerras feitas contra tribos hostis, ou canibais. Caso contrário estariam livres.

A escravidão africana foi mais explorada, chegavam centenas de africanos aos portos trazidos pelos navios negreiros. E esses tinham contato há um tempo com os europeus no continente africano, dessa forma seus corpos já produziam anticorpos contra as doenças trazidas por eles.

As chances de fugirem e não serem achados eram menores do que a dos indígenas que já conheciam o território. A igreja católica defendia esse tipo de escravidão alegando que esses teriam a salvação de suas almas quando fossem trazidos para América e deixassem seus antigos deuses em África e se convertesse ao catolicismo.

Texto de: Grazi Carvalho

Referências Bibliográficas: O trato dos viventes: Formação do Brasil no Atlântico Sul. Alencastro, Luiz Felipe de, 2000.

Monteiro, John. Os negros da terra. A transformação da São Paulo Indígena. São Paulo: Cia das Letras. 1996. Cap 2

Guerra de Secessão Dos Estados Unidos

A guerra de secessão ou guerra civil é considerada a guerra mais sangrenta dos Estados Unidos, para ter uma ideia foi a guerra que teve o ma...